• Moacir
    Moacir Luverdense (MT)
  • Willian
    Willian Náutico (PE)
  • Ciro
    Ciro Joinvile (SC)
  • Natan
    Natan Tombense (MG)
  • Diego Silva
    Diego Silva Nacional (Portugal)
  • Flávio Caça-Rato
    Flávio Caça-Rato
  • David Junio
    David Junio Náutico (PE)
  • Cássio Ortega
    Cássio Ortega Salgueiro (PE)
  • Kieza
    Kieza Vitória (BA)
  • Daniel Gonzaléz‏
    Daniel Gonzaléz Antofagasta (Chile)
  • Ronaldo Henrique
    Ronaldo Henrique Ohod Club (Arábia Saudita)
  • João Paulo
    João Paulo Náutico (PE)
  • Eliomar
    Eliomar Joinville (SC)

david junio noticiaA reta final da Série B do Campeonato Brasileiro pode representar o início para o lateral-direito David no Náutico. O jogador, que entrou no fim segundo tempo do clássico contra o Santa Cruz, no último sábado, ainda tem esperanças em fazer sua estreia como titular da equipe. Afinal, Neílson está suspenso por tomar o terceiro cartão amarelo. A chance pode aparecer já no próximo sábado, contra o Luverdense-MT, na Arena Pernambuco.

O que alimenta a esperança de David é o fato do técnico Dado Cavalcanti ter o escolhido para ser acionado durante o clássico, no lugar de próprio Neílson, mesmo com Rafael Cruz, mais experiente e que já foi titular absoluto do time, estando no banco de reservas. Foram apenas nove minutos de jogo. O único período que o garoto, de apenas 20 anos, esteve em campo na competição. Mas foi o suficiente para fazê-lo acreditar numa possibilidade de continuar jogando na equipe.
Pelo elenco profissional, David atuou em apenas três jogos. Todos estes sob o comando do ex-técnico Alexandre Gallo, que utilizou apenas os garotos da base para disputar as primeiras rodadas do Campeonato Pernambucano do ano passado. Depois disso, ele retornou para a base, regressando para o profissional com Dado Cavalcanti. A falta de experiência justifica a timidez na hora de falar. Em frases curtas, o garoto criado nas categorias de base do clube disse porque quer fazer bonito nesta reta final sem muitas pretensões para o Náutico.

- Espero, em 2015, que Dado sempre conte comigo. Quero jogar o Pernambucano e a Copa do Nordeste.

O espelho de David é Douglas Santos, que não há muito tempo estava na mesma situação. Promovido ao elenco profissional do Náutico, em 2012, o atleta, que hoje está no Atlético-MG, mantém contato com o jovem promessa alvirrubra, que se diz parecido - ao menos, fisicamente - com Douglas.

- Dizem que Douglas Santos parece comigo, né? Mas eu sou mais bonitinho (risos). A gente era muito amigo, mas ele não passou muito tempo na base. Eu tenho contato com ele e sempre falo com ele, que vem me dando umas dicas.

Fonte: Globo Esporte

ronaldo noticia

A lesão do volante Rodrigo Mancha, que o tira do jogo do Sport contra o Flamengo, neste domingo, pegou todo mundo de surpresa na Ilha do Retiro. Principalmente o técnico Eduardo Baptista, que não tinha testado nenhuma opção além do atleta. Situação que fez o treinador decidisse não mudar na estrutura e, com isso, Ronaldo foi o escolhido para a função.
- O time está definido. Não quero mexer na estrutura da equipe e entra Ronaldo. Ele assume com a mesma função de Mancha.
A opção por Ronaldo não chega a ser uma novidade para o técnico Eduardo Baptista. Contra o Atlético-MG, há duas rodadas, o treinador o escalou para o lugar de Rithely, suspenso, e ficou satisfeito com a participação do volante, tido como um dos destaques na vitória do Rubro-negro por 2 a 1.
Jogando a pressão da vitória para o adversário, o técnico Eduardo Baptista disse que a obrigação da vitória é do Flamengo. Mas afirmou que o Leão não se intimidará no Maracanã.
- Também acho que o Flamengo tem a obrigação de vencer em casa. Assim como o Sport tem a obrigação de ganhar na Ilha. Precisamos ir lá e jogar para conquistar um ponto ou uma vitória. É importante pontuar.

Fonte: GloboEsporte.com

sport tri copane

O volante rubro-negro Ronaldo de 19 anos, sagrou-se mais uma vez campeão. Foram dois títulos importantes em menos de 15 dias. Um da Copa do Nordeste e outro do estadual em 2014. Muita estrela para um jovem atleta que já trilha o caminho do sucesso.

sport tricampeao copane

FORTALEZA - Nove de abril de 2014. Pode guardar essa data, torcedor do Sport. Guardar com carinho, desde já com saudosismo. Junte a 1994 e a 2000. Está eternizado na história do clube: o Leão é tricampeão da Copa do Nordeste. E de um jeito inesquecível. Frente a um adversário que valorizou o peso da taça. Diante de uma Arena Castelão que esteve em ebulição na noite desta quarta-feira. A torcida do Ceará lotou o estádio, fez barulho e deu todo o brilho necessário, digno de decisão. Fanáticos que foram à loucura quando Magno Alves abriu o placar no fim do primeiro tempo. Mas que silenciaram quando Neto Baiano empatou no início da etapa seguinte. O gol (e tinha que ser o do artilheiro rubro-negro!) seria, sim, o do título.

Como vencera o jogo de ida por 2 a 0, o Ceará, então, precisaria fazer 4 a 1 para reverter o quadro. Tinha 40 minutos de jogo pela frente sob os gritos de "Eu acredito!" dos torcedores. Não daria. O Sport agigantou-se. A melhor defesa da competição fez valer jus à fama. Nada mais passaria pela muralha Magrão. O título era do Sport. Aos 26 minutos do segundo tempo, a torcida leonina timidamente já começada a gritar: "É campeão!", logo em seguida lembrou-se: "Tricampeão!", corrigiu-se para não mais parar de gritar.

Fonte: SuperEsportes

caca-rato-theguardian3

No futebol, o nome é Flávio Caça-Rato. Não há porque negar o apelido. O atacante gosta, a torcida o idolatra, a repercussão na imprensa só aumenta…

Durante um bom tempo, o Santa Cruz insistiu em chamá-lo de “Flávio Recife”. Claro, a ideia não pegou. Aos poucos, o clube cedeu e aceitou o apelido.

Folclórico sim, mas sem denegrir o Tricolor. Na verdade, tal alcunha vai levando o nome coral a distâncias surpreendentes. Ou um perfil de Caça-Rato publicado no tradicionalíssimo jornal britânico The Guardian não chama a atenção?

Flávio the Rat Catcher, na tradução do periódico, é descrito como o jogador que veio da pobreza, numa relação direta com a situação do país (veja aqui).

No embalo, as 60 mil pessoas no acesso tricolor à segundona são citadas como a mistura entre carisma, futebol e paixão, tendo foco em Rat Catcher.

Esta é a terceira vez que o Santa Cruz é citado no jornal londrino. Mérito do norte-irlandês James Armour Young, colaborador do newspaper, que morou alguns anos no Recife e passou a torcer do clube, além do Atlético Mineiro.

No primeiro texto assinado por ele, a pauta foi o lado cultural de torcer pelo time do povão. Em seguida, na estreia na quarta divisão em João Pessoa, com 16 mil tricolores no Almeidão, mesmo sob dilúvio, o deslocamento humano também foi lembrado em uma coluna esportiva.

Agora, uma reportagem para deixar claro que no mundo da bola Flávio é…

The Rat Catcher.

Leia a matéria completa em inglês.

Fonte: Diário de Pernambuco / The Guardian

caca-rato-theguardian1

Flávio Caça-Rato: 'I grew up next to Arruda. I used to beg for change so I could go in and watch Santa.' Photograph: Yêda B Mello

The northeast is Brazil's poorest region, and Recife – a sprawling, occasionally beautiful coastal city of around 4 million – is a very nordestino kind of town. Santa Cruz, the city's most benighted team, are a very nordestino kind of football club. Despite spending the past six years playing outside the top two divisions, Santa are still one of Brazil's best-supported clubs. Last November 60,000 squeezed into the crumbling concrete bowl of the Arruda stadium for the vital play-off game that confirmed the team's return to Serie B.

As gleaming, sanitised World Cup venues spring up around Brazil and ticket prices rise accordingly, the unabashedly working-class atmosphere at Arruda, where fans pay relatively little for tickets, remains refreshingly raucous.

But if life is hard for the football teams in the nordeste, it is a lot harder for many of its citizens, as Flávio Caça-Rato, or Flávio the Rat Catcher, Santa Cruz's forward, knows. Flávio's father was an alcoholic. Once he wound a sheet around his son's neck, strung him up over a roof beam and pulled. Only the arrival of Flávio's uncle saved him. Flávio's dad drank himself to death in 2010.

"It was a difficult time," says Flávio, whose nickname comes from his childhood hobby of hunting rats with his catapult. "He wasn't a bad father, but I could never understand why he drank so much."

Three weeks before we spoke I sat in the stands at Arruda and watched the Rat Catcher score the goal that clinched Santa's promotion. The huge crowd, many from neighbourhoods as uncompromising as Flávio's, went berserk.

"It's been incredible," he says. "It means a lot to be able to give something back to the fans. They've suffered a lot. Being relegated and playing in the lower divisions is hard for a big club. You lose your pride, your dignity."

caca-rato-theguardian2

Flávio Caça-Rato in action for Santa Cruz. Photograph: Courtesy of Santa Cruz Futebol Clube

Does coming from a poor background make it easier for the fans to identify with him? "Maybe. I grew up next to Arruda. I used to beg for change so I could go in and watch Santa. A lot of Santa fans have difficult lives, too. Perhaps they see me as one of their own."

In the Folha de São Paulo newspaper, journalist Xico Sá wrote of the footballer's bond with his supporters. "In Caça-Rato country some, like Flávio, escape, thanks to football, funk or rap, but most are lost along the way, little Rat Catchers doomed to a life amidst the human refuse or, worse, ended by the bullets (nothing stray about them) of the police – almost always dead by the time they are 30."

There were more than 50,000 murders in Brazil in 2012, with young black men representing a disproportionately high number of the victims. The Rat Catcher came close to joining the list in 2010 when he was shot twice while leaving a nightclub in the periferia (the grotty outer suburbs) of Recife.

I ask if he thinks about playing in the World Cup – a local artist has recorded a song pleading with Brazil manager Luiz Felipe Scolari to call Flávio up for the national team. "Who knows? Playing for Brazil feels a long way off. But things can change. Anything is possible."

Source: The Guardian

Pagina 3 de 7

Mais que uma empresa de futebol, uma Família!

Momentos

Atletas